(Dedicado à Adélia Prado)
Evoco luzes fugidias
Do devaneio e da lembrança.
Naquele lugar,
Onde memória e imaginação se fundem.
Construo paredes
Com sombras impalpáveis,
Reconfortando-me com ilusões de proteção
Ou tremendo atrás de muralhas.
Eis que ela aparece:
A casa. Aquela casa.
A minha fortaleza.
E fico em paz!
Sílvia Câmara