quinta-feira, janeiro 25, 2007

Tom Jobim

Foto de uma roseira branca daqui de casa
Hoje seria o aniversário de 80 anos do nome maior da música popular brasileira, de quem eu copio: "Ai quem me dera ser poeta pra cantar em seu louvor."
Parabéns aí no céu, Maestro!!!
As sabiás continuam cantando aqui. Tá ouvindo?
De madrugada choveu na roseira.
Mas essa, dá rosa e cheira.
Não vi tico-tico,
mas um bentevi mora ao lado.
Passarim quis pousar, fique feliz: deu, pousou!
E aqui em Piatã
" o resto é mar, é tudo que eu não sei contar..."

Silvia Câmara

5 comentários:

Anônimo disse...

Que lembrança branca e perfumada; tal qual nos deixou o Tom, no seu tom de brincadeira todos os passarinhos cantam por ele.
Linda mensagem, Silvinha.
Verônica

MARIAESCREVINHADORA disse...

Sílvia querida,

Linda a sua homenagem ao Tom Jobim. Doce e delicada como você.

Conceição.

marilu disse...

Silvinha,

Está lindo o seu blog, adorei as poesias, parabéns

Namibiano Ferreira disse...

Silvia, salve!
Voce visitou meu blog (Poesia Angolana) recentemente, obrigado. Agora estou retribuindo, confesso que estou gostando de estar aqui sorvendo essa beleza poetica, essas fotos bonitas e tranquilas. Tom Jobim deve estar contente escutando suas palavras, minha amiga gostei... me contacte para um bate-papo "internetico". email namibianodetombua@yahoo.co.uk

Anônimo disse...

Tom?
Jobim?
Tom Jobim?
Merecida homenagem!
Lindo poema!
Pura sensibilidade.
E ele te escutou. Como não?
Sinto a vibração daqui.
O resto é mar, e o infinito pouco compreendido e obscuro.
E nos mistérios da vida: A VIDA?
Quisera eu poder contar.
É amiga, são poucos. Não acha?
E você também.
Adriana